Uma profissão que tem o risco como rotina e precisa da segurança como sobrevivencia.

Diaria e rotineiramente são convocados para resolver todos os tipos de sinistros, até mesmo aqueles que não fazem parte da sua atividade-fim.

Enchentes, desabamentos, enxurradas, salvamentos em alturas, terra, mar, rios, montanhas, subsolos, acidentes domésticos, automobilisticos, resgate e salvamento de animais, combate a incêndios, proteção e preservação do meio ambiente, etc.

Faça sol, ou chuva, dia ou noite. Como diz a canção do fogo: “…Não importa a tormenta, nossos peitos são férreas muralhas contra a audaz agressão estrangeira…”  “…Mas não temem da morte os bombeiros quando ecoa d’alarme o sinal…”  “…Missão dupla o dever nos aponta vida alheia e riquezas salvar …”. Não  distinguindo se humana ou não humana. Continue reading »


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 Situação inusitada que são os movimentos paradistas das Polícias e Corpos de Bombeiros Militares em todo o Brasil por reivindicações salariais e de condições dignas de trabalho, além da discussão acerca de um rigoroso e já ultrapassado Regulamento Disciplinar que mantém os militares estaduais em condições de sub-cidadãos, por impor-lhes todos os deveres acima dos constitucionais, ao mesmo tempo em que lhes cerceia os direitos.

Motivo pelo qual já foi substituído na maioria dos estados, pelo Código de Ética, que norteia todas as profissões.

Não há o que se falar aqui que caracterize transgressão disciplinar ou críticas a governos ou comandos, mas o que se discute onde termina a disciplina e inicia o direito a reivindicar condições de trabalho, reconhecimento salarial e direito à dignidade da pessoa humana. Continue reading »


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O Greenpeace entregou, na tarde desta quarta-feira, uma denúncia ao Ministério Público Federal do Maranhão sobre as ilegalidades encontradas na cadeia de produção do ferro gusa no Estado.

Estavam presentes o padre Dário Bossi, coordenador da rede Justiça nos Trilhos e Rosana Diniz, do CIMI (Conselho Indigenista Missionário) e Edmilson Pinheiro, do Fórum Carajás. A denúncia também será encaminhada ao MMA (Ministério de Meio Ambiente), MTE (Ministério do Trabalho e Emprego), além da Comissão de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável da Câmara dos Deputados. Continue reading »


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Desmatamento, invasão de terras indígenas e trabalho escravo. Foi contra esse cenário que o Greenpeace protestou hoje (14): a 20 quilômetros da costa de São Luís (MA), ativistas escalaram e bloquearam a âncora de um navio que estava prestes a receber toneladas de ferro gusa que seriam levadas aos Estados Unidos, com um banner escrito “Dilma, desliga a motosserra”. Largamente exportado para aquele país, onde vira aço para a fabricação de carros, o ferro gusa carrega destruição e violência em sua cadeia de produção. As evidências estão no relatório “Carvoaria Amazônia”, divulgado hoje pelo Greenpeace.

O protesto no mar, que começou nesta manhã, em frente à capital maranhense levanta questões embaraçosas sobre o comprometimento da presidente Dilma Rousseff e seu governo quanto à proteção ambiental às vésperas da Rio+20, a cúpula da ONU sobre clima, biodiversidade e desenvolvimento sustentável que começa oficialmente no dia 20 de junho, no Rio de Janeiro. Continue reading »


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Ativistas invadiram o Clipper Hope para impedir carregamento de ferro-gusa.
Objetivo era alertar contra a cadeia de produção do metal.

Navio foi invadido por ativistas do Greenpeace no início da tarde (Foto: Greenpeace)

Representantes da Organização Não Governamental Greenpeace realizaram um protesto, nesta segunda-feira, em São Luís, contra o desmatamento, invasão de terras indígenas e trabalho escravo. Eles subiram a bordo do navio cargueiro bahamense Clipper Hope, que realiza manobras na baía de São Marcos, para receber um carregamento de 30 mil toneladas de ferro-gusa.

Para chegar até o cargueiro, os integrantes da organização utilizaram o navio Rainbow Warrior, ancorado desde o último domingo na Baía de São Marcos.

Os ativistas escalaram e bloquearam a âncora de um navio que estava prestes para receber o carregamento que seria levado para os Estados Unidos. Eles carregavam uma bandeira onde estava escrito “Dilma, desliga a motosserra”, em clara alusão à campanha para que a presidenta Dila Rousseff vete as alterações no Código Florestal, recentemente aprovadas no Congresso Nacional e contra a cadeia de produção do ferro-gusa. Continue reading »


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