jun 302011
 

Vale a pena registrar. É a revolta da natureza contra o seu destruidor. Se o touro estivesse no pasto, nada disso teria acontecido. Ele apenas revidou as lanças que ela colocou em seu dorso. Há o momento do torturado e o momento do torturador. Parabéns.

Acidente ocorreu durante corrida em Rieumes.
Conchi Rios, de 20 anos, ficou gravemente ferida.

Do G1, com AFP

O touro era da casa de Pablo Mayoral e atingiu a toureira na perna direita (Foto: AFP)A toureira Conchi Rios é atingida por um touro durante corrida na cidade francesa de Rieumes neste domingo (26) (Foto: AFP)
Conchi, de 20 anos, ficou seriamente ferida (Foto: AFP)Conchi, de 20 anos, ficou seriamente ferida (Foto: AFP)
A toureira espanhola Conchi Rios é atingida por touro durante corrida na cidade francesa de Rieumes, neste domingo (26) (Foto: AFP)O touro era da casa de Pablo Mayoral e atingiu a toureira na perna direita (Foto: AFP)
Fonte: G1


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jun 302011
 
Transcrevo esta matéria retirada do site da ANDA, para que todos tomem conhecimento e assinem a petição. Crueldade em nome de um placebo.
A prática do “finning” consiste da pesca de tubarões para obter exclusivamente suas nadadeiras. Em todos os oceanos, cerca de 70 milhões de tubarões são mortos todo ano para abastecer o ávido e lucrativo comércio mundial de nadadeiras de tubarão.

Depois da captura e corte das nadadeiras do tubarão, os pescadores o atiram de volta ao mar. Muitas vezes vivo, mas brutalmente aleijado, o animal afunda e morre, comido por outros peixes ou apodrecido.

Foto: Divulgação

E para quê servem essas nadadeiras? Elas abastecem o mercado chinês para produção de sopa de barbatana de tubarão, tradicional prato da culinária chinesa considerado afrodisíaco e símbolo de status.

A “crença” de que partes de animais podem trazer benefícios à saúde do homem ou curar suas doenças é comum no Oriente. Porém, não se pode justificar tamanha crueldade com os animais através de uma cultura.

Pior ainda: se você acha que, porque tem a ver com a China, o Brasil está fora dessa, está enganado. Um recente estudo que analisou nadadeiras de tubarões à venda em Hong Kong (um dos maiores mercados no mundo, onde a barbatana de tubarão pode custar até R$ 1.110 o quilo), concluiu que 21% das nadadeiras vinham do Oceano Atlântico Ocidental, área que inclui o Brasil.

Ou seja, existem pescadores no Brasil, como há em outros 120 países, participando da pesca e do tráfico de barbatanas de tubarão.

Foto: Divulgação

O Brasil (Portaria do Ibama nº 121/1998) proíbe que as carcaças de tubarões dos quais tenham sido removidas as barbatanas sejam jogadas de volta ao mar. O país somente permite o transporte a bordo ou o desembarque de barbatanas em proporção equivalente ao peso das carcaças retidas ou desembarcadas.

O peso total das barbatanas não pode exceder a 5% do peso total das carcaças. Nos desembarques, todas as carcaças e barbatanas de tubarões devem ser pesadas. A legislação é boa, mas de difícil emprego, controle e fiscalização. Será que funciona?

A pesca para obtenção das barbatanas de tubarão é uma ação predatória: é insustentável e está ameaçando seriamente a sobrevivência das populações de tubarões. 43% das espécies de tubarões em nosso litoral já estão ameaçadas de extinção. Se nada for feito, dezenas de espécies, cujas populações declinaram em até 90% nos últimos 20 anos, estarão extintas nas próximas décadas.

Se você não apoia essa atitude cruel e gostaria de ajudar a proteger o ecossistema marinho brasileiro, assine a Petição Pública contra a prática do finning no país.

Fonte: Hypescience


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jun 302011
 

Em virtude do meu posicionamento contra a aprovação do PL 4548/98, retornado para votação pelo deputado maranhense do PSDB Carlos Brandão que após pressões retirou e logo em seguida voltou, dessa vez a pedido do também deputado paraibano do PSDB, Romero Rodrigues e devido as minhas matérias acerca de maus-tratos animais, recebi ontem um Power Point de alguém chamado Tadeu sobre a suposta máfia das Ong’s de proteção animal, mensagem que interpretei um pouco intimitatória, pela redação ( Diana, Diana, Diana, veja esse slide a verdade está aparecendo aos poucos, um abraço querida.)

Veja o slide:

Sei que em toda fruteira há frutos podres, essa é a regra, na nossa política a regra é oposta, ou seja, a fruteira é na maioria podre, mas há exceções. Entre as organizações (ONG’s) não poderia ser diferente. Há frutos podres nas Ong’s de apoio a crianças, idosos, esportes, etc. Na de proteção animal também, só não não sei se os frutos podres são a regra ou a exceção, entrementes, não devemos permitir penalizar os animais, retirando a proteção do art. 32 da lei 9.605/98, porque se agirmos dessa maneira deveriam ser também extintos o Estatuto do Idoso, Estatuto da Criança e do Adolescente, dentre outros, alegando a existência dos frutos podres, certo?

Mas há solução para o problema, basta fiscalizar. Esses organismos devem prestar conta ao TCE, TCU, Receita Federal, onde mais tiver que fazê-lo. Aqueles que tiverem condições transformem-se em OSCIP, pois submeter-se-ão à fiscalização também do Ministério da Justiça. No caso de denúncias cabe ao MPE, MPF, PF, fazer a fiscalização.

Se o nosso país quer ser sério tem que trabalhar sério. Não esperemos honestidade humana, pois é o mesmo que encontrar agulha no palheiro, mas o bom disso é que encontramos a agulha sim, há políticos éticos, há pessoas éticas, há ONG’s éticas.

Quanto a mensagem que recebi do senhor Tadeu, agradeço, pois fortaleceu ainda mais o meu posicionamento acerca da repulsa ao PL 4548/98, pois, concordo que o art. 32 não foi criado para servir de bandeira para “castradores irresponsáveis” de cães e gatos, nem para perseguir, prender humilhar e multar a massa produtiva de nosso país, tampouco para segundo suas próprias palavras: queremos trabalho, diversão e arte.

Trabalho, diversão e arte, não significa sadismo, o prazer de alguns, pois o sado-masoquismo ficou para o ser humano que o pratica voluntariamente, se bem que poderíamos utilizar como forma de diversão pública e talvez o senhor Tadeu se habilite para usar os mesmos apetrechos usados nos animais, nas vaquejadas.

Quanto a castrações o meu posicionamento está no post: Post 01 de 18/06/2011 , Post 02 de 18/06/2011; O art. 32 não multará quem usar a ética, mas sim os maus-tratos e talvez seja a única lei a punir com o rigor inerente, pois, se compararmos ao nosso Código de Processo Penal humano, dispensa comentários.

É repugnante o teor desse slide, pois só comprova o pensamento arcaico, desprezível e desinteligente de pessoas que com ele coadunam.


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jun 292011
 

Solidarizada com a cena e em apoio à matéria veiculada no site da ANDA atesto que esse martírio de escravidão precisa acabar.

No dia 13 de maio de 1888 deu-se a abolição da escravatura, entrementes, vê-se ainda essa prática do homem escravizando outro homem, do homem escravizando os animais, seja para prazeres sádicos como em rinhas, vaquejadas, touradas, etc, seja como transportes de objetos em atividades laborais. O certo é que justamente a isso juntam-se os maus tratos, tanto de tutores como indivíduos que fingem desconhecer as leis de proteção ambiental, porque estão acobertados pela impunidade e pelo descaso das autoridades.

É certo que as lágrimas desse cidadão teve duas vertentes: o amor que sentia pelo seu animal e a perda do seu instrumento de trabalho. E como ainda inexiste interesse pelo tratamento e recuperação desses animais por parte de alguns, a opção foi o sacrifício. Concordo plenamente com o autor da matéria: como podemos em pleno seculo XXI, ainda termos animais de tração? E na maioria das vezes sendo maltratados por seus tutores, que ainda se revoltam quando o abordamos para orientá-los.

Será que é desconhecimento? Necessidade? Conveniência? Sim, é tudo isso e muito mais. E o principal, o descaso público, dos órgãos públicos, dos representantes públicos e da população. Todos são coniventes com essas situações, de pobreza, abandono, desrespeito. Elaboram leis proibindo isso, aquilo, mas e o cumprimento, o respeito às mesmas. Aqui em São Luis, foi aprovada uma lei municipal que proibe carroças de trafegar nas vias públicas, nas pontes, nas vias de maior acesso. Só que a lei veio para beneficiar quem? Os carroceiros? Os animais? Ou a população que trafega nessas vias já congestinadas? Precisam por a culpa em alguém, então, proibir o carroceiro de trafegá-las é a opção. Vamos nos enganar mais uma vez.

A lei é bem vinda sim, mas e a solução para quem vive desse ofício? Se não trafegar por essas vias, trafegarão por onde, se São Luís é uma ilha, cercada de água por todos os lados, sem rodovias, sem avenidas e com fluxo de veiculo crescente assustadoramente? Aqui não temos sequer ciclovia, imaginem “carrocevia”.

Mas o jargão no nosso país é vivo: Leis foram feitas para serem descumpridas. Porque não é só cumprir certas leis, é como fazê-las serem cumpridas.

Sou contra o uso da carroça pelos animais de tração, sejam bois, cavalos, jumentos, pelos maus tratos que sofrem ao longo da história. A solução seria, empregos dignos para os carroçeiros e enquanto não houver outra, que essas carroças fossem puxadas pelo próprio, como se vê os catadores de papel aqui no sul do país, ou como na China.



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jun 292011
 

Quem diria, o ser humano precisa ser humanizado! Melhor seria: animalizado, se atentarmos para os exemplos que os animais nos dão.

 

 

 

    

 

 

 

 

Fico estarrecida ao assistir matérias como essa de ser preciso cadastrar torcedores para que se possa assistir em paz ao maior espetáculo desportivo do país.

É simplesmente deprimente saber a que ponto o ser humano chega, que precisa de controle coercitivo para evitar que sejam aflorados os mais introjetados sentimentos instintivos, o da violência a sua própria espécie.

Hoje na era digital, em um mundo globalizado, onde as informações chegam à velocidade da luz ainda predomina essa genotipia pré-histórica indo na contramão da evolução de todas as outras espécies conhecidas como “menos evoluídas”.

Atualmente, o homem dispõe de uma sapiência admirável prestes a se teletransportar pelo poder da mente, entretanto, ainda não consegue conter os seus instintos, que não podemos dizer animais, pois, os que são considerados assim, diariamente nos agracia com gestos de solidariedade, compaixão, amor e carinho pelas espécies diferentes.

O homem, espécie evoluída buscando sempre a melhor fenotipia necessita ser submetido a TAC- Termos de Ajustamento de Conduta para conviver em sociedade. Isso significa que o comportamento da mente humana transcende a matéria e busca origem espiritual.

Segundo Freud, o homem possui dois impulsos principais: o da sexualidade e o da agressão que se somam aos fatores ambientais e esse modelo de homem necessita de um alto grau de controle externo, institucionalizado para os impulsos, pois do contrário seria uma forma arriscada de vivência social. Para Freud, o homem vive em permanente conflito entre forças antagônicas existentes em seu interior.

O ID, a parte inconsciente, nem bom, nem mal, não possui lógica ou racionalidade, não conhece limites, apenas quer atingir os seus objetivos, livrar-se do acúmulo de energia do qual é reservatório.

O EGO gerado pelo ID faz o papel de mediador entre a liberação do prazer por este e as exigências externas, permitindo o seu afloramento no limite de uma racionalidade aceitável.

O SUPEREGO originado do EGO, é reforçado pelo complexo de Édipo e de castração. Aliado à cultura, à perpetuação das normas e dos valores sociais tem o papel de repressor dos outros dois agindo coercitivamente.

O EGO como mediador precisa se fortalecer para equilibrar e dominar o conteúdo inconsciente e obscuro do ID e do SUPEREGO.

Em virtude desse conflito egóico, Freud em seus estudos se mostrou cético em relação ao homem, pois, na sua visão a natureza humana é determinada, principalmente pelas pulsões e forças irracionais, proveniente do inconsciente e pelas experiências vividas na primeira infância, pela busca do equilibrio homeostático, ou seja, a harmonização espiritual, física e emocional que precisa existir simbioticamente.

Todas as criações humanas, quer artisticas, científicas, intelectuais são sublimações dos seus impulsos sexuais e agressivos, pois sem essas defesas seria impossivel viver em sociedade, visto que, pelos exaustivos exemplos vivenciados atualmente, conclui-se que está fora de cogitação vivermos em uma sociedade livre, sem o poder de coerção.

Freud afirmava que a hostilidade humana não tem limites, porque além de ser hostil com a sociedade é também com os seus companheiros mais próximos e, por que não dizer, principalmente com aqueles mais inofensivos e indefesos: os animais?

Afirma em seu texto:

A sociedade civilizada está perpetuamente ameaçada pela desintegração por causa dessa hostilidade primária dos homens entre si… A cultura tem de recorrer a todo reforço possível a fim de eregir barreiras contra o instinto agressivo dos homens… Daí… seu mandamento ideal de amor ao próximo como a si mesmo ser realmente justificável pelo fato de que nada está tão completamente em desacordo com a natureza humana original. (Freud (1930), cit. por Walker, 1957, p.3)”


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jun 292011
 

O acordo firmado entre uma empresa brasileira com a China e o Canadá nesta terça-feira (28) tem o objetivo de criar e produzir vacinas contra a tuberculose e para aumentar a sobrevida de pacientes com câncer.

O pacto foi feito durante uma convenção de biotecnologia realizada nesta semana na capital norte-americana. Durante entrevista ao G1, Fernando Kreutz, presidente da empresa responsável pelo intercâmbio da tecnologia, afirmou que o acordo vai permitir a exportação de tecnologia para o Canadá (vacina terapêutica contra câncer de próstata) e permitir o desenvolvimento e futura fabricação de imunizações com a China (tuberculose).

Ambas as vacinas não estão prontas e passam por estudos científicos para comprovação da eficiência, prática comum para a aprovação de medicamentos e vacinas por parte dos órgãos fiscalizadores governamentais.

Intercâmbio tecnológico – A imunização padrão para tuberculose no Brasil é a vacina BCG, disponível na rede pública e produzida em solo nacional. A nova vacina a ser desenvolvida pela parceria sino-brasileira servirá, a princípio, como um complemento da BCG. “Por enquanto, nós temos estudos pré-clínicos”, lembra Kreutz. “Mas o objetivo não é substituir a vacina atual, mas aumentar o raio de ação dela combinando outro tipo de biofármaco.”

Segundo a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), a BCG é produzida com versões “atenuadas” dos bacilos responsáveis pela tuberculose. Ela pode ser administrada em pacientes soropositivos, mas não é recomendada a pessoas que já tenham desenvolvido a infecção causada pelo vírus da Aids.

Já as vacinas para combate ao câncer são mais recentes. A primeira delas, para tratar câncer de próstata, foi aprovada pelo FDA – órgão do governo norte-americano responsável por controlar alimentos e remédios no país – apenas em 2010. Para Kreutz, após a desconfiança inicial, o objetivo agora é produzir uma versão mais competitiva da vacina.

“Está completamente comprovada a eficiência de outras versões da vacina. Ela pode aumentar a sobrevida dos pacientes, amenizar os sintomas”, explica.

Os estudos clínicos de fase 2 foram feitos em 146 pessoas. Segundo Kreutz, 37% dos participantes apresentou queda em um marcador para a evolução de um câncer chamado antígeno prostático específico (PSA, na sigla em inglês). O teste de PSA permite saber se um câncer de próstata está crescendo ou estável.

A vacina é produzida a partir do material colhido no próprio corpo do paciente. Após o “cultivo” das células cancerígenas em laboratório, o material é administrado na pessoa com a doença. No final, o sistema de defesa passa a reconhecer a ameaça e passa atacar as células que antes não eram detectadas como nocivas ao organismo. (Fonte: G1)


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