jan 012012
 

Mais um brutal crime aconteceu no Paraná.

Outro cão, vítima de um monstro foi brutalmente esfaqueado na noite de 31/12 quando, por medo dos fogos tentou se esconder embaixo do carro do indivíduo conhecido por Alcides Godói da Silva, morador da rua Gino Marli Pizzano, 370 Conradinho Paraná.

As cenas que verão, se tiverem coragem, são fortes.

Será que esse é o mundo no qual seremos obrigados a viver doravante???

Assinem a Petição Pública http://www.peticaopublica.com/?pi=P2012N18697 e vamos exigir das autoridades que façam a sua parte para que não tenhamos que fazer reviver o “olho por olho e dente por dente”.

Se matar um animal não der em nada, matar o assassino deste também não poderá dar.

Isto não é apologia ao crime,  é:  JUSTIÇA ONDE NÃO HÁ JUSTIÇA.

 



Adcionar no Orkut

dez 182011
 

Imagens inéditas e novos depoimentos podem agravar situação da agressora

Mulher que fez as imagens que originaram as acusações contra a enfermeira Camila de Moura, agressora do cãozinho da raça yorkshire, gravou tudo com o objetivo de denunciar a crueldade. Vera Lúcia da Silva é dona de um salão de beleza, mora em formosa, no interior de Goiás e tem duas filhas. Juntas, ela e a filha mais velha gravaram as imagens que chocaram o Brasil.

Vera fez as imagens do segundo andar do prédio onde a agressora morava. Ela foi motivada a gravar toda a cena, pois a violência contra o cachorro era recorrente e se agravava a cada dia. Para piorar a enfermeira agredia o pequeno animal em frente da filha que testemunhava diariamente as brutalidades.

cadelinha yorkshire após ser jogada pela janela

A vizinha fez as gravações com o objetivo de denunciar Camila à polícia. Além dos vídeos divulgados, ela fez também um terceiro vídeo, ainda inédito e que não foi difundido na internet. As imagens mostram o momento em que os bombeiros e a polícia chegam à casa da agressora. Quem grava é Larissa, a filha mais velha de vera. As duas, Vera e Larissa, chamaram a polícia e os bombeiros. Quando eles chegaram ao apartamento todos descem até o térreo e até à área de lazer. Neste momento, o cachorro já estava no gramado, morto. Ele foi jogado do primeiro andar, onde mora a agressora. Vera, as filhas, e uma sobrinha choraram ao ver o animal de perto.

Vera confirmou que a criança filha da agressora chorava enquanto a mãe batia no cachorro. O psicólogo entrevistado pela reportagem afirmou que Camila precisa de tratamento e pode repetir um ato semelhante.

Na sexta-feira (15), moradores de formosa se reuniram em frente ao prédio para um protesto. Apesar de não ter sido vista nos últimos dias, a agressora não é foragida. Ela ainda não teve prisão decretada e, de acordo com o delegado, colabora com a investigação. Por esse motivo, a polícia pede calma à população.

Investigação

De acordo com o delegado que investiga o caso, Carlos Firmino, além dos maus-tratos ao animal, a mulher poderá responder por outro crime, já que cometeu as agressões na frente da filha pequena. Por isso, a Delegacia da Criança e da Adolescência também acompanha as investigações.

A menina deverá passar por tratamento psicológico e a mãe, caso seja condenada, poderá até perder a guarda da criança.

Entenda o caso

A enfermeira Camila de Moura é investigada por espancar o seu cão da raça yorkshire na frente da filha pequena em Formosa (GO). As cenas foram gravadas por uma vizinha no dia 13 de novembro e vazaram na internet. O cão morreu dois dias após os maus-tratos.

A Polícia Civil da cidade passou a investigar o caso. Segundo delegado, a enfermeira já prestou depoimento, e teria dito que estava estressada com o cachorro. Ela pediu para responder apenas por crime ambiental.

No inquérito policial constam também os relatos de alguns vizinhos, que dizem que o cachorrinho já havia sido agredido pela dona outras vezes.

Por estar colaborando com a polícia, ela não foi autuada em flagrante e deverá responder ao inquérito em liberdade.

R7


Adcionar no Orkut

nov 222011
 

Segundo Lobão, pessoas e organizações contrárias à usina estão “mal informadas”.

Maior empreendimento do PAC, Belo Monte deverá ser a terceira maior hidrelétrica do mundo, com potência instalada de 12mil MW e geração média de 4 mil MW

SÃO PAULO – O ministro de Minas e Energia, Edison Lobão, disse, hoje (21), que as críticas à construção da Usina Hidrelétrica de Belo Monte são motivadas por “inveja” e “má fé”. Segundo ele, pessoas e organizações contrárias à usina estão “mal informadas”.

“O que se diz que é um grave problema não existe. Eu chego a pensar que aqueles que se manifestam no exterior contra nós o fazem por inveja, além da má fé”, afirmou Lobão, durante a abertura de um evento sobre energia, em São Paulo.

O ministro declarou que Belo Monte será um exemplo para o mundo. O potencial de geração de energia da usina será enorme e os impactos socioambientais serão todos reparados.

De acordo com ele, o governo federal e o consórcio responsável pela obra da usina têm se esforçado para repassar informações sobre a sustentabilidade da obra. Entretanto, Lobão destacou que as críticas mal informadas acabam recebendo mais atenção do que os fatos.

A construção de Belo Monte é alvo de críticas de ambientalistas e de organizações indígenas e ribeirinhas da região do Xingu. O projeto chegou ser contestado na Organização dos Estados Americanos (OEA). Uma das principais críticas ao projeto é a falta de consulta aos povos indígenas que serão afetados pelo empreendimento. Na Justiça, Belo Monte é alvo de 14 ações que ainda aguardam julgamento de mérito.

Maior empreendimento do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), Belo Monte deverá ser a terceira maior hidrelétrica do mundo, com potência instalada de 12 mil megawatts (12MW), e geração média de 4 mil MW. A construção da usina alagará uma área de 516 quilômetros quadrados.

Fonte: exame.com

Por Airton

Só quem não conhece o Ministro Edson Lobão e a história aqui no Maranhão se engana. Acredito que quem está totalmente equivocado é ele.

Não possuo conhecimento para falar de energia, mas a pouca leitura e pesquisa me faz acreditar que o senhor Ministro sim está agindo totalmente equivocado, primeiramente porque nenhum mal ambiental poderá ser recuperado, a menos que a natureza se encarregue de fazê-lo.

O próprio Código Florestal é um exemplo de inoperância (dito por especialistas) e desrespeito com consequências irreparáveis, não chegando nem a difícil reparação.

Conhecendo a história dos desmandos aqui no Maranhão onde áreas de reserva estão sendo devastadas, primeiramente com a construção da Assembléia que  jamais fizeram qualquer recuperação.

A prefeitura quando quis construir um hospital público municipal na reserva ecológica do rangedor no Calhau, ao lado da Assembléia Legislativa foi autuada, muito justamente, pois, queria fazê-lo em uma área de reserva, mas esses mesmos críticos aceitaram que o governo do Estado construísse a Assembléia Legislativa  no local devastando toda uma reserva  legal. E aí, onde estava o senhor ministro ou o MP?

O empreendimento imobiliário do Barramar,  que só acharam de reclamar após haverem sido devastados todos os babaçuais  locais e nada fizeram.

Os espigões da Ponta da Areia um crime ambiental e agora a famosa via shopping para interligar os dois e a devastação da vegetação para construção de empreendimentos imobiliários. E ainda divulgam que é uma grande obra para o Maranhão. Como será recuperado esse crime ambiental?

O próprio parlamentar, deputado Manoel Ribeiro, do bloco do governo denuncia os crimes ocorridos nesta capital e estado do Maranhão

Os crimes ambientais do  rio Itapecuru. E este crime já é antigo.

Outro pior, a devastação do único parque de Reserva Biológica do Gurupi, no Maranhão (municípios de Carutapera e Centro Novo), onde o atual prefeito de Davinópolis se diz dono e exige indenização de uma área pública. E o que as autoridades ambientais  estão fazendo?

E os crimes que estão acontecendo como os incêndios nas áreas de florestas aqui mesmo em São Luis, como os recorrentes no sitio do Rangedor, próximo à Assembléia? Incêndio acidental? Querem enganar a quem?

O Maranhão é o estado que mais invadiu e desmatou reserva indígena de 2010  para cá.

Aí vem falar em reparação de  impactos socioambientais?

Talvez por não saber o que realmente causa uma inundação como a de uma represa, o limite de devastação irreparável. Vejam a represa de sobradinho.

E vem falar em inveja, má-fé, mal-informação? Inveja de quem? dos  que estão devastando as nossas florestas? dizimando as nossas origens, nossos índios? acabando com o nosso planeta?

Talvez porque não conheça nada de Meio Ambiente. Infelizmente ele como um dos donos do Maranhão sabe que não estará vivo para ver o que estão plantando hoje. A colheita será para os seus netos  e acreditam que todo o dinheiro ensacado pode comprar a vida ou a saúde.

Está na hora da presidente Dilma pensar, analisar e ver as consequencias de mais um crime ambiental irreparável, a usina de Belo Monte.

Infelizmente o nosso povo vive com um tapa olho e não recebe as verdadeiras informações para que assim possa formar sua própria concepção das coisas.

Vejam o vídeo que é uma informação da mais pura verdade e mostra o desconhecimento pela falta de informação e logo em seguida o acordar para a verdade que os devastadores da natureza querem  esconder.

Em todo o mundo até empresas de grande porte estão buscando opções como a energia eólica ou a solar  que além de mais baratas são  muito mais eficientes,  sem lesar o Meio Ambiente ou devastar vidas humanas e animais.

Senhor Ministro ponha a mão na consciência e veja que o senhor não estará presente para ver o mal que estão fazendo para o mundo.


Adcionar no Orkut

nov 202011
 

Com banners que diziam “Chevron: sua sujeira, nosso problema”, ativistas do Greenpeace derramaram na manhã desta sexta-feira tinta guache preta na entrada da sede da petroleira Chevron, na avenida República do Chile, no centro do Rio de Janeiro. Na manifestação, o grupo acusou a empresa de “negligência” e disse que faltou transparência na hora de anunciar o tamanho do dano ambiental.

“Sem dúvida nenhuma [houve negligência]. A falha geológica já devia ter sido prevista no estudo de impacto ambiental e inclusive mecanismos e medidas de contenção e de riscos em caso de vazamentos deveriam ter sido prontamente realizadas para conter os impactos que muitas vezes podem ser irreversíveis. O que a gente não quer é que a costa brasileira seja no futuro o próximo Golfo do México”, afirmou a coordenadora da Campanha de Clima e Energia do Greenpeace, Leandra Gonçalves.

A ação do Greenpeace durou cerca de 20 minutos. Com uniformes semelhantes ao da empresa, os ativistas levaram a tinta guache em barris. Eles também pintaram formas de patas de aves simulando o estrago causado à fauna local pelo vazamento.

“A gente cobra medidas o mais rápido possível, mas sem dúvida nenhuma o principal pedido é transparência e verdade com relação as informações. Já se estima que o vazamento ocorrido no Campo de Frade é maior do que o estimado pela a empresa. Desde o início, a Chevron Brasil faltou com transparência nas informações e no diálogo com a sociedade civil, inclusive omitindo algumas informações”, disse Leandra Gonçalves.

A Polícia Federal informou nesta semana que investiga se a empresa perfurou além do que estava previsto na área de Frade, na bacia de Campos, onde um vazamento de petróleo ocorre há pelo menos dez dias.

Em resposta à ação da Polícia Federal, a petroleira norte-americana disse que “continua informando e cooperando integralmente com as agências do governo brasileiro como parte de sua resposta ao incidente”.

Folha tentou contato com a administração e a assessoria de imprensa da empresa no Rio, mas não obteve retorno.

Fonte: folha.com


Adcionar no Orkut

nov 202011
 
Rancho americano cura e reabilita animais de fazenda maltratados e convida visitantes com deficiências emocionais e físicas a interagir com eles

Sophie é uma cabra cujo gosto literário está mais voltado para best-sellers famosos, segundo Solana Mejia-Schnaufer, que lê trechos da obra em voz alta para ela várias vezes por semana. “Sei que ela gosta de Jogos Vorazes porque não tentou comer o livro. Não posso dizer o mesmo de Libertação Animal.”

Solana, de 21 anos, e Sophie se conheceram no Gentle Barn, um rancho de 20.000 metros quadrados em Santa Clarita, na Califórnia. O local cura e reabilita animais de fazenda maltratados e convida visitantes com deficiências emocionais e físicas a interagir com eles. A interação com Sophie “mudou a minha vida”, diz Solana, cuja batalha contra a depressão e os transtornos alimentares a levou a uma tentativa de suicídio este ano. Ela atribui a Sophie, que foi resgatada de um mini zoológico onde era maltratada, o sucesso de sua recuperação. Continue reading »


Adcionar no Orkut

nov 152011
 

(Brasília, 03 de novembro de 2011) – O deputado federal Ricardo Tripoli (PSDB-SP) promove no próximo dia 18, em São Paulo, a partir das 19h, reunião sobre o substitutivo ao Projeto de Lei 215/2007 que institui o Código Federal de Bem-Estar Animal.

O encontro dará continuidade às reuniões e debates promovidos para discussão das alterações sugeridas pelas entidades do movimento de proteção animal.

A íntegra do Código Federal de Bem-Estar Animal está disponível:

http://www.camara.gov.br/proposicoesWeb/fichadetramitacao?idProposicao=341067

Outras informações sobre o projeto:

http://www.ricardotripoli.com.br/?p=243

Clique abaixo para ler o convite:

https://picasaweb.google.com/116609981710907744334/ConviteReuniaoSobreOCodigoFederalDeBemEstarAnimal#5670801912661732738

Fonte: www.ricardotripoli.com.br


Adcionar no Orkut