jan 112012
 

Resgate mobilizou Corpo de Bombeiros e Prefeitura nesta terça-feira (10).
Cão tinha fugido de casa; dono foi localizado.

Cão foi resgatado nesta terça-feira (Foto: Walter Mello/Agência A Tribuna)

 

Um cachorro foi resgatado em uma galeria pluvial no Canal 2, na Avenida Bernardino de Campos, em Santos, no litoral paulista, nesta terça-feira (10). Moradores da região, o Corpo de Bombeiros e funcionários da Coordenadoria de Proteção à Vida Animal, da Prefeitura do município, se envolveram no resgate do animal. Pistolinha, de 4 anos, havia fugido da casa onde morava. Seu dono foi localizado.

Segundo uma moradora da região, o cachorro foi visto dentro do canal, na altura da Rua Monsenhor Paulo Rodrigues, na noite da segunda-feira (9). “Ele deve ter caído no chão e não conseguiu sair do canal. Ficamos apreensivos, pois ele aparentava estar com a pata machucada. Um rapaz até se amarrou em um arvore para tirá-lo, mas não deu certo”, contou Maria Eurípedes Silva de Jesus.

Após a tentativa frustrada, o Corpo de Bombeiros foi acionado. Quando a equipe chegou ao local, porém, o cachorro se assustou e entrou em uma galeria pluvial. Funcionários da Coordenadoria de Proteção à Vida Animal foram ao local e iniciaram novas tentativas de resgate. Um funcionário tentou laçar o cachorro quatro vezes, mas ele conseguiu fugir em todas.

Pistolinha apenas foi resgatado quando uma aposentada que estava acompanhando a movimentação teve a idéia de comprar carne e atraí-lo. O animal foi retirado com um ferimento na pata e encaminhado ao prédio da coordenadoria. Seu dono foi localizado e deve ir buscar o cão ainda nesta quarta-feira.

G1SP


Adcionar no Orkut

jan 112012
 

Dois animais foram arremessados de prédio na Praia de Pitangueiras.
Segundo a polícia, ela tem 53 anos e sofre de transtorno bipolar.

Mulher atirou diversos objetos do apartamento, além dos cachorros (Foto: Rogério Soares/ Agência A Tribuna)

Uma mulher de 53 anos atirou dois cachorros da janela do seu apartamento, no 10º andar de um prédio no Guarujá, litoral de São Paulo, na madrugada desta quarta-feira (11). Os animais, um pinscher e um basset, morreram após a queda. Segundo a polícia, ela sofre de transtorno bipolar.

Além dos cachorros, diversos objetos foram atirados da janela durante o surto, entre roupas, aparelhos eletrônicos e até um colchão. De acordo com os investigadores, a mulher, que é do Rio Grande do Sul, estava sozinha no apartamento, que fica na Rua Mário Ribeiro, na Praia de Pitangueiras.

Segundo a TV Tribuna, o problema começou por volta das 21h de terça (10) e só acabou às 5h desta quarta, com a intervenção da polícia. Um homem foi atingido pelos objetos atirados pela janela. Ele não quis registrar a ocorrência, foi medicado e passa bem.

Uma filha dela, que mora no interior do estado, informou que ela tem problemas mentais. Após o surto, os policiais a encaminharam para o Hospital Santo Amaro, onde ela permanecia internada na tarde desta quarta.

O caso foi registrado na Delegacia Sede do Guarujá como prática de ato abusivo de animais. A polícia irá investigar o caso.

Distúrbio Bipolar não a exclui da ilicitude. Todos nós somos bipolares, em graus diferentes. Ela tem que responder por crime ambiental.  Teve a intenção de matar. Por que não se atirou pela janela? Porque sabia que morreria.

Parece que está virando moda e a justiça continua cega para a formação de mais criminosos no nosso país.

É preciso que casos como esses sejam levados à mais alta corte, com sentenças agravadas, principalmente pelas qualificadoras dos motivos torpes e fúteis e ainda considerando o constrangimento que causa a todos nós cidadãos de bem, no âmbito psicológico, principalmente por saber que esses marginais usando a impunidade guarnecida pela fragilidade das leis, nos tornará refém da sua insanidade.

O NOME DA INFELIZ, ASSASSINA É:  Isabel Cristina Morais Dias Scrima, mora em Santa Catarina.

Fonte: G1SP


Adcionar no Orkut

dez 172011
 

Agora que mais um crime bárbaro aconteceu e mobilizou o mundo todo, devemos relembrar todos os outros para não cair no esquecimento e virar estatística, pois acredito ser a nossa oportunidade de através desse mártir, que está sendo o York, mostrarmos para as autoridades que coisas piores estão prestes a acontecer enquanto a tipificação desses crimes não se tornar hediondo e inafiançável.

Mais uma assassina e, igualmente há outros e mais outros e tudo vira estatística, pela impunidade, pela brandura de pena e pelo descaso ou desconhecimento das autoridades que não valorizam a importância da coerção desses crimes.

São crimes que se iniciam contra inocentes, por marginais que amparados pela impunidade passam a praticar contra humanos pela continuação dessa mesma impunidade.

O caso do cão Lobo, do York, do Titã, e tantos outros.

São crimes que precisam ser analisados não só pelas vítimas, mas pelos agressores, pois tem-se a certeza que será mais um assassino à solta escondido atrás de leis brandas, falhas e corrompidas.


Adcionar no Orkut

dez 112011
 

O sistema de adoção de cães e gatos em São Paulo e quase todo o mundo é sofrido para os animais e para os voluntários. Na maioria das vezes os peludos ficam presos em gaiolas e irritados com a situação as chances de adoção são cada vez mais baixas em relação ao número de abandono.

Só no estado de São Paulo são cerca de sete milhões de cães nas ruas. O número é altíssimo e, por isso, é necessário local adequado para que felinos e cachorros encontrem um novo lar. E foi pensando nisso, que a Matilha Cultural e a ONG Natureza Em Forma criaram a primeira loja de adoção animal da America Latina, que será inaugurada no domingo (11/12), com uma programação especial. Continue reading »


Adcionar no Orkut

set 102011
 

(Foto: Eduardo Kobra)

Quem passar pela Rua Cayowaá, 802, em Perdizes, São Paulo, vai dar de cara com o mais recente trabalho do muralista Eduardo Kobra. Denominado Mar da Vergonha e dentro do projeto Greenpincel, o mural denuncia o horror do massacre de indefesos golfinhos na pequena cidade de Taiji, na costa meridional do Japão. A obra foi concluída ontem.

Foto: Reprodução/ EPTV

No muro, de 10m por 4m, o artista plástico expõe em cores fortes (e tristes) o que pensa sobre a matança desses animais. A crueldade também foi exposta pelo vencedor do Oscar de Melhor Documentário de Longa-Metragem no ano passado, o filme The Cove, que mostra os golfinhos sendo apartados numa enseada da ilha e mortos (o que torna o mar daquele lugar vermelho). E, o que é pior, na época o prefeito de Taiji argumentou que era preciso “respeito” à cultura deles.

Foto: Reprodução/ EPTV

O Mar de Vergonha não é o único trabalho em que Eduardo Kobra expõe questões ambientais e de maus-tratos aos animais. É dele também, com outros artistas do Studio Kobra, o mural Sem Rodeios, na Avenida Brigadeiro Faria Lima, também na Capital paulista. Ele resolveu fazer o trabalho depois de ficar chocado com as imagens nos jornais e sites do bezerro abatido pelo peão César Brosco durante a 56ª. Festa do Peão de Barretos, no interior de São Paulo.

“As imagens dos golfinhos massacrados no Japão, mas também em outros países, são horríveis e nos obrigam a atuar no intuito de transformar o mundo. Não é um sonho imaginar que as pessoas do bem um dia vão se mobilizar e proteger os animais e a natureza como um todo”, afirma.

Kobra esteve quase um mês no exterior. Chegou ao País no dia 24 de agosto, após concluir seu primeiro mural em Atenas, que havia sido atacado por religiosos, revoltados com o que chamavam de agressão a Deus, já que no mural Evolução Desumana, feito em parceria com Agnaldo Britto Pereira, do seu projeto Greenpincel, apareciam imagens da evolução, segundo Charles Darwin.

“Sempre respeitei as culturas e as religiões. O meu trabalho é com Arte Urbana e, claro, ele acontece principalmente nas ruas, o que aumenta ainda mais a minha responsabilidade, já que minhas obras são vistas por todos os tipos de pessoas. Mas parece-me claro que o fato de não gostar de algum trabalho artístico, por sua qualidade ou temática não dá a ninguém o direito de destruí-lo. Se assim o fosse, esses religiosos poderiam entrar no Museu de História Natural de Nova York, onde a evolução da espécies e, principalmente, humana é mostrada de forma realista, e destruírem tudo! Respeitar o direito de expressão é básico na Democracia que, por sinal, começou aqui na Grécia. Por isso decidimos, ainda que exista algum perigo de um novo ataque ao muro, refazer o trabalho, com algumas modificações estéticas, mas ainda dentro do mesmo tema. Não podemos ceder espaço para os intolerantes”, diz Kobra.

Foto: Reprodução/ EPTV

O artista entregou recentemente um novo mural para a cidade de São Paulo, dentro do projeto Greepincel. Fez um chocante mural de “boas-vindas”, chamado Welcome to Amazônia (na Avenida Rebouças, 167, com cerca de 7m X 5m). O cenário mostra um ambiente arrasado. Pouco antes, concluiu o CO2, na Rua Alvarenga, 2.400, com cerca de 10m X 5m, e o Navio Baleeiro (obra crua e forte, baseada em uma cena da caça de uma baleia pelo navio Yushin Maru), na Rua Domingos de Morais, na Vila Mariana.

Segundo Kobra, o projeto Greenpincel pretende denunciar e combater artisticamente as várias formas de agressão do Homem à natureza. “Todas as tragédias naturais que têm acontecido em nosso planeta mostram que proteger os animais e a natureza como um todo é também uma forma de protegermos o ser humano. Particularmente, sou um apaixonado por plantas e animais. São temas que namoro há muito tempo e, por isso, decidi que já era hora de colocá-los também dentro do meu trabalho como artista”, diz. E já recebeu, por isso, convites para intervenções em vários países. Este ano viaja para os Estados Unidos, México e Holanda. Em 2012, para a China.

Foto: Reprodução/ EPTV

Quem é Kobra

Muralista e artista plástico, Eduardo Kobra tem 35 anos e nasceu no Estado de São Paulo. Pode-se dizer que ele é um expoente da neovanguarda paulista. Seu talento brota por volta de 1987, no bairro do Campo Limpo com o pixo e o graffiti, caros ao movimento Hip Hop, e se espalha pela cidade. Com os desdobramentos que a arte urbana ganhou em São Paulo, ele derivou – com o Studio Kobra, criado nos anos 90 – para um muralismo original – inspirado em muitos artistas, especialmente os pintores mexicanos e no design do norte-americano Eric Grohe – beneficiando-se das características de artista experimentador, bom desenhista e hábil pintor realista. Suas criações são ricas em detalhes, que mesclam realidade e um certo “transformismo” grafiteiro.

Fonte: EPTV


Adcionar no Orkut